segunda-feira, 5 de setembro de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Entardecer em POA no inverno

 Ah, mais uma amostra da luz de inverno. Neste caso, ao entardecer.
Fotos tiradas em 5/jun/2001.



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Amanhecer

Luz de início de dia, no inverno. E ainda me perguntam por que eu gosto do inverno...
Fotos tiradas em 28/jun/2011.



sexta-feira, 15 de julho de 2011

Céu de carneirinho

Hoje o céu está com um tipo de nuvens que o pessoal da minha família costumava chamar de "céu de carneirinho".

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Vista no Moinhos

O Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre tem uma das mais belas vistas da capital. Por vezes, mostra algumas visões inusitadas como a do tapete verde de copas de árvores na rua Gonçalo de Carvalho.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Fotos com água corrente sempre trazem a idéia de usar velocidade lenta para intensificar o efeito de movimento. Mas cuidado, há casos e casos.


Se o fluxo é mais laminar, fotos em velocidade alta vão ficar bem mais agradáveis.


A velocidade baixa não vai dar a idéia de movimento, mas apenas de embaçado.










 Melhor usar velocidade alta e obter um efeito de clareza...











Já para fluxos bem turbulentos, velocidade lenta dá aquele efeito bonito de véu. As fotos abaixo mostram mais ou menos isto, lá no cantinho, onde a água cai, meio atrás das folhas.

Com velocidade rápida 












Com velocidade lenta.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Calorão em Porto Alegre

Algumas fotos tiradas num dia de muito calor em Porto Alegre, no verão do ano passado. São de celular.










terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Fotos com celular

E então chegaram os celulares com câmeras de muitos Mpixels... E surge a questão: dá para tirar fotos interessantes com um celular, ou o mundo está condenado às fotos com baixa qualidade que normalmente vemos produzidas com estes aparelhos?


Eu particularmente tenho dificuldade de pensar na foto quando preciso olhar na tela em vez de em uma ocular. Acho que meu cérebro se habituou ao ritual fotográfico com ocular e a cadeia de pensamentos necessários ocorre automaticamente neste caso. Mas com a tela do celular ou de câmeras modernas, ainda preciso me policiar para pensar, caso contrário, o botão acaba sendo apertado antes da hora...

Voltando à pergunta sobre qualidade, as câmeras de celular, mesmo tendo muitos Mpixels, são limitadas com relação a ajustes e, claro, distância focal. Não se compara ao que se obtém com câmeras fotográficas dedicadas; ainda assim, com um pouco de atenção e cuidado, se consegue fotos um pouco melhores do que a média do que se vê por aí.

domingo, 16 de janeiro de 2011

Fotografias com o anel extensor

Hoje resolvi tirar umas fotos com o anel de extensão e uma lente 35-80. Seguem os resultados. Todas as fotos foram tiradas dentro de casa, com iluminação natural e sem tripé.

Note-se que, para fotos que se pretenda usar de modo mais profissional, o uso de tripé com estes anéis de extensão é fundamental.

O foco é extremamente crítico, com profundidade de campo muito pequena, de modo que qualquer tremidinha muda totalmente a região nítida da imagem. Além disso, se perde um bocado de luz com os extensores, forçando a gente a usar velocidades mais lentas, e com isso se reforça a necessidade de tripé.

Notei uma grande diferença dos anéis de extensão para "filtros" macro +1 +2 +3, tanto em relação à perda de luz (com os filtros macro não há perda mensurável), quanto com relação à profundidade de campo (com os anéis é MUIIIIITO menor).


Na verdade, é tudo muito diferente entre filtros macro e anéis de extensão. Quem, como eu, já se habituou a fotografar com os filtros, quando começa com anéis, provavelmente vai se sentir como um total iniciante em macro, pois os resultados que se obtém para cada ajuste (anel de foco, distância do objeto, distância focal da lente) são diferentes.


Um exemplo: com o anel, na minha lente, se você aumenta a distância focal, a região de campo se afasta da lente rapidamente, implicando em distanciar o objeto. No caso de um filtro, este efeito, se existe, é muito menos pronunciado.

Outro exemplo: Com filtros macro, se diminuímos a distância focal, em geral se aumenta sensivelmente a profundidade de campo; com anéis, em 35mm, não há quase nada em foco.




A questão do anel de focalização também é interessante. Com filtros, tudo se passa mais ou menos como se puxássemos o infinito para a distância 1 / dioptrias. Ou seja, para um filtro +2 é como se puxássemos o infinito para 50 cm. Então, focalizando no infinito, se faz o foco em objetos a 50 cm. Com anéis não há uma relação deste tipo...
 


Mas, certamente, depois que a gente se acostuma, os anéis renderão boas fotos (provavelmente, fotos que não seriam iguais com filtros...).


As minhas ainda são antes de eu me acostumar :-).











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